segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Seriando-se: Fuller House, 3ª Temporada - PARTE I (Original Netflix)



Ai ai ai, quando chegou o email dessa série na minha caixa de entrada, eu contei os segundos para assistir tudo. Sou apaixonada por essa série, mesmo!

Nessa temporada as coisas já estão mais encaminhadas. DJ está em um relacionamento com Matt, Sthefanie com o irmão de Kimmy, Jimmy, e Kimmy com seu marido Fernando. Juntamente com as crianças Tom e Max, e os adolescentes Ramona e Jackson.

O que me atrai tanto nessa série é como ela pode descrever facilmente a nossa vida, o nosso cotidiano. Situações que todos passamos ou vamos passar. E como lidar com algumas questões um tanto 'saias-justas' que são difícies para todo mundo.

DJ é aquela mulher que é um exemplo para todas: ficou viúva, tem três filhos, uma casa gigante, um namorado e ainda é estilosa e bonita sempre. Tanto que arranca até um elogio do amigo de escola do seu filho.


Falando em filhos.. Cada um deles tem a sua particularidade.Jackson é aquele adolescente fofo quando quer ser, que não tira boas notas na escola, mas que quando se esforça mesmo, move montanhas. Enfrenta o dilema de ter dois irmãos mais novos e naquela fase de: 'aff crianças'. Também mostra quando ele enfim está com seu primeiro amor, Lola, porém também vive sua primeira decepção amorosa.

Max, ahhh esse carinha. Vontade de por dentro de um potinho e levar para casa. Ele tem umas tiradas, uns ensinamentos que você fica assim: OI BRASEL? kkk Ele está amadurecendo e crescendo, um pouco rápido confesso, mas é tão lindo de ver. Ele representa bem o papel de filho do meio, assim com a sua Tia Stéf.

Tom é o bebe da família. Está maior, teve mais participação nessa temporada. Só que claro é compreensível a participação dele pelo fato da pouca idade desse prodígio! Ele lembra muito quando Michele começou a crescer em Full House. Vamos esperar né.

Tivemos a participação do Papai Tenner, e dos tio Joe e Jesse, da Tia Rebecca com a pequena Pamela. O que me irritou um pouco e acho que não casa com a situação são os filhos de Joe. Para mim, sobram na série. Não precisa. Ficou demais. Quem sabe na próxima eu mude a visão né.


Falando em casar: essa primeira parte da temporada é toda voltada ao fato que Steve, o ex namorado da juventude de DJ, se casar. E quem ele contrata para organização? A ESTILO KIMMY. Logo, toda a família Fuller é envolvida nisso, deixando DJ mexida, se realmente tomou ou não a decisão correta.

Foi a primeira vez que essa série será lançada em duas partes. E espero que lancem logo porque quando o nono episodio acabou eu fiquei tipo: Não, não pode não. Cadê? E rumores dizem que isso será só em Dezembro. É aguardar confiantemente não é?

E ai? Mais fãs de Fuller House na área?

domingo, 22 de outubro de 2017

Como restaurar sua fé?

(Embu das Artes - SP - Set/2017)

Estava aqui pensando com meus humildes botões, será que a fé pode ser restaurada, reencontrada?

Aprendi que a fé não se mede, que ela não tem tamanho. Fé é Fé e pronto! Mas e se restaurar? Se regenerar se é que podemos assim dizer.

Por muitas vezes achei que minha fé iria ruir, acabar. Estava passando por fases e complicações tensas na vida, no trabalho. E por muitas vezes quis sim, jogar toda a Fé pro alto e desacreditar em tudo.

Fé não precisa estar ligada com religião. Pelo menos não na minha opinião. Conheço pessoas que tem Fé em Deus, mas não acreditam em santos e santas.

Que acreditam e tem fé que se pensar positivo a vida flui, e que se rezar um terço por dia tudo será bom e lindo. 

Não devemos questionar nunca a fé do próximo. Ninguém vê o intimo dele. Só ele sabe o que se passa ali.

Se a fé pode ser restaurada é uma questão a se pensar. Na minha opinião ela nunca acaba. Ela pode ficar digamos assim: oculta. Porque tenho certeza que no momento em que algo acontecer e você precisar recorrer a algo, a sua fé moverá as montanhas necessárias.

sábado, 21 de outubro de 2017

O dilema do horario de verão...


E faz mais de uma semana que o horário de verão começou. E as piadinhas, ladainhas e lengalengas sempre começam.

Eu particularmente AMO. Mesmo demorando a me acostumar em acordar e ainda estar escuro. Acho que a vida fica tão feliz. Tudo fica mais leve e mais bonito.

Fala sério, tem coisa mais delicia que chegar em casa e ainda ter aquele solzinho bom, fresquinho. Dá até vontade de andar mais devagar na rua e aproveitar.

Só me entristeço em ver como as pessoas reclamam. E reclamam que tá calor demais, que o Brasil, que São Paulo é uma bola de fogo, e mimimimi. 

Mas garanto que quando estão na praia, no clube, no sitio curtindo com a familia, o calor é mero detalhe.

Vamos reclamar menos minha gente. Aproveitar os dias mais longos, as noites mais frescas. Vamos viver melhor. Aproveitar ao máximo cada estação do ano.

Menos mimimi e mais amor no dia a dia. Não é pedir demais é?

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Andei Lendo: Em algum lugar nas enstrelas, Clare Vanderpool



Ai esse livro. É tão bonito por fora como por dentro.

Foi o segundo da DarkSide que li, e não é meu, é do Fê. Peguei emprestado, fazemos isso direto, e tomei todo o cuidado ao ler, porque é tão belo que merece cuidado.

Antes uma sinopse que peguei no Skoob:

'EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker. A Segunda Guerra Mundial estava no fim, mas ele não tinha motivos para comemorar. Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.

Early, um nome que poderia ser traduzido como precoce, é uma descrição muito adequada para um prodígio como ele, que decifra casas decimais do número Pi como se lesse uma odisseia. Mas, por trás de sua genialidade, há uma enorme dificuldade de se relacionar com o mundo e de lidar com seus sentimentos e com as pessoas ao seu redor.

Obsessivo, Early Auden tem regras específicas sobre que músicas deve ouvir em cada dia da semana: Louis Armstrong às segundas; Sinatra às quartas; Glenn Miller às sextas; Mozart aos domingos e Billie Holiday sempre que estiver chovendo. Seu comportamento é um dos muitos indícios da síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo que só seria descoberta muito tempo depois da Segunda Guerra, e que inspirou personagens já clássicos como o Sr. Spock (Star Trek), o Dr. House e Sheldon Cooper (The Big Bang Theory).

Quando chegam as festas de fim de ano, a escola fica vazia. Todos os alunos voltam paracasa, para celebrar com suas famílias. Todos, menos Jack e Early. Os dois aproveitam a solidão involuntária e partem em uma jornada ao encontro do lendário Urso Apalache. Nessa grande aventura, vão encontrar piratas, seres fantásticos e até, quem sabe, uma maneira de trazer os mortos de volta ainda que talvez do que Jack mais precise seja aprender a deixá-los em paz.

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é uma daquelas grandes histórias que permanecem com você por muito tempo, perfeita para ler entre amigos ou passar de pai para filho. Tudo que é real pode ser uma grande fantasia ou uma coincidência inevitável. Somos muito mais que um simples desejo do acaso. Nossos caminhos vão se cruzar no primeiro semestre de 2016 nesta obra premiada com o Printz Honow Award em 2016, indicada a outra dezena de prêmios e eleita o livro do ano em dezenas de listas preparadas pelos leitores.'





Jack é um menino muito doce, que levava uma vida comum e normal, até sua mãe falecer. E ele se culpar sempre por isso. O pai de Jack é General, e o mundo enfrenta a Segunda Guerra Mundial, portanto, cuidar do filho talvez seja 'um empecilho' na vida do pai do garoto,

Então, após um tempo da morte de sua mãe, Jack é levado a um colegio interno, próximo ao mar, esse que Jack ainda não conhecia. Lá ele se sente realmente 'um peixinho fora d'agua'. Não é dos mais atleticos e a escola exige muito disso.




Mas a vida mostra a Jack alguém que mudaria muito dele. O curioso garoto Early. Com suas peculiaridades, teorias e conceitos. Jeitos de ouvir músicas e de decifrar os numeros seguintes do misterioro PI (Além dos 3,14).

Early fica em pânico quando um professor propõe que os alunos façam uma visita a uma palestra onde um famoso professor provará que PI é um numero Finito, e não infinito como muitos de nós aprendemos nas escolas.




E isso deixa Jack curioso. Então Early começa a contar a ele o que acontece com os números de Pi, através de uma história. Passa a ser uma historia dentro da historia. Então Jack fica em dúvida, se acredita ou não naquilo que o menino, que sempre escuta Billie Holiday quando chove, diz a ele.

E nas férias de fim de ano, uma grande aventura para os dois começa. Uma aventura real aos olhos de Jack, mas totalmente fantasiosa aos olhos do especial Early. E o desfecho dessa aventura trás aquele final que alivia e da leveza ao coração.



Li esse livro de tanto que o Fê me deixou curiosa sobre ele. E por lidar de forma branda sobre o autismo, pois tenho pessoas na minha familia e na do Fê que são autistas. E quando sei que algo fala sobre alguma coisa que se passa em minha familia parece que se aflora algo em mim que eu preciso ler o quanto antes.

Em algum lugar me deu uma paz grande ao coração. Acho que depois de muitas leituras fantasiosas e as vezes agressivas, me fez bem ler um livro assim. Você se apaixona por Early e por Jack. E sei quando gostei do livro quando quero ter o poder de me transportar para dentro da historia e viver com os personagens.



Leiam, leiam novamente, emprestem, indiquem. Esse livro pode ser a lição de vida, o acalanto, a paz que você vem procurando.

Algumas frases:

'A vida não cabe em uma taça, e nada dura para sempre.' Jackie, Pagina 29

'Não jogue sal na ferida, ou o gosto nunca vai sair da sua boca.' Jackie, Pagina122

'Eu prefiro perder a cabeça de doido, pois dá para ficar lelé e continuar feliz.' Early, P 146

'Encontrar o caminho não significa que você sempre sabe o que está fazendo. Saber encontrar o caminho de volta para casa é que é mais importante.' Johansens, Pagina 238



Classificação Literária da Blogueira:  ♥♥♥♥

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

De qualquer jeito ajudou..

Pode ter me judiado, psicologicamente ou fisicamente.

Pode ter me ajudado, das mil e uma formas possíveis.

Pode ter me derrubado, me deixado no chão, me feito do pior farrapo de pano.

Pode ter me posto num pedestal e me protegido como um prêmio.

Pode ter me difamado, me esculachado, me xingado.

Pode ter me elogiado, me exaltado e me encantado.

Não importa o que ou como. O porque ou quando. Mas fez. E de um jeito ou de outro me ajudou, me elevou, me fez crescer. 

Pois são nas tristezas e nas alegrias, nas vitórias e nas derrotas que a gente aprende. E que a gente cresce!!!

(Peguei numa publicação de uma conhecida. Se for de alguém eu coloco os devidos créditos).

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O que eu espero da CCXP2017?


E vamos falar de coisa boa? Vamos falar de CCXP?! Hahahaha

Na verdade hoje será mais um desabafo do que tá aqui entalado. É que começa a chegar Dezembro e meu coração palpita.

Vi hoje que falta 50 dias para o primeiro dia de CCXP e eu estou numa ansiedade sem limite. Como todo ano eu fico.

Esse ano novamente só irei ao sábado. Quase fui na sexta e quase fui no domingo, mas não deu certo. Vou me programar melhor e quem sabe, se tudo der certo ir em 2018 pelo menos dois dias.

Dessa vez será um pouco diferente, a filha da minha prima irá comigo e com o Fê. Espero que ela goste e que aproveite a primeira CCXP da vida dela. E que tudo de certo na ida e na volta.

Quero muito ver o pessoal do Omelete. Pode parecer bobeira para muitos, mas para mim e sei que para o Fê também ver o pessoal já virou 'de lei'. O carinho que eles tem com todo mundo é incrivel e eu já estou toda sorrisos aqui de pensar.

Gostaria que alguns pontos melhorasse no evento: a revista nas mochilas e afins na entrada, porque não é feito nenhum tipo de vistoria. Penso no seguinte: se demora muito e tal, coloque mais pessoas para esse trabalho e abram a feira um pouco mais cedo, ou pelo menos adiantem essa parte logo na entrada do Expo.

E também a entrega dos livros. Apenas no primeiro ano eu tive certeza que o livro que doei chegou bem cuidado e que realmente olharam que tava pagando meia entrada. Os outros dois anos isso ficou meio zoneado.

Espero ter a mesma consciência monetaria que tive ano passado. Fui com bastante $ mas voltei com a maioria. Gastei só com o que eu realmente queria.

Queria muito que algum artista que eu goste para caramba ou que eu admire muito viesse esse ano, e que seja possivel uma foto ou algo assim. Com a Evangelini Lilly foi super legal e ainda me lembro com muito carinho.

E que essa seja uma CCXP tão ÉPICA quanto as outras 3 foram...

Alguém ai vai? 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

E ainda no clima de aniversário...

Resolvi criar um texto baseados em fatos de acordo com os anos, como se fosse uma linha do tempo:

Tive meningite com 1 aninho, e fiquei internada sozinha. Imagino o desespero de mamis.

Tenho alguns flashs do meu aniversário de 2 anos. Não sei se são pelas fotos que vejo, mas parece que sempre lembro de certos momentos da festa.

Na minha festinha de 3 anos me deram um bexigão de farinha. Se eu chorei? COLOQUEI A BOCA NO MUNDO rs*

Com 4 aninhos, meu irmão me derrubou brincando e abriu um corte enorme na minha cabeça (eu vivia quebrada quando criança).

Entrei para o prezinho com 5 anos. E eu estava mega ansiosa para isso acontecer.

Comecei a nadar com 6 anos. E sinto muita falta, muita mesmo da agua e de como aquilo me faz bem.

Quando tinha 7 anos, sai do pré e fui para a escola do fundamental. Fique assustada no começo com a mudança, mas me adaptei.

Com 8 anos comecei a participar de um grupo de oração com meus pais e meu irmão. Eu fazia de tudo lá, dançava, fazia teatro e cuidava das crianças.
Tinha 9 anos quando comecei a catequese.

(Meu irmão e eu.. 1997 ou 1998 por ai kkk)

No meu aniversário de 10 anos tem uma filmagem 'vergonha alheia'. Melhor deixar pra lá né rs*

Fiz minha primeirão comunhão com 11 anos.

Com 12 anos eu mudei de colégio. Fui para o colégio de ensino médio, o que foi um marco para quando você sai de um escola pequena de ensino fundamental.

No meu aniversário de 13 anos, dias antes, minha mãe sofreu um acidente, que mexeu com toda a familia.

14 anos eu parecia um molequinho. Só roupa larga, camiseta, tênis. E ai de quem mandasse eu por saia.

Meu aniversário de 15 anos foi das Meninas Super Poderosas (isso é história para outro post kkkk)

Comecei a trabalhar com 16 anos.

Com 17 anos comecei a participar de um grupo de dança numa paróquia perto de casa. Sempre que lembro dessa época me bate uma saudade.

Fui para a faculdade com 18 anos.

(Minha turma do 3º ano do colégio - 2008)

Comemorei meu aniversário de 19  anos numa pizzaria. Não sei como mais comi quase 20 pedaços aquele dia.

Quando estava com 20 anos, minhas duas avós faleceram, e isso fez com que eu amadurecesse muito.

Comecei na empresa que estou hoje com 21 anos. E é engraçado pensar em como eu era outra pessoa quando comecei a trabalhar lá.

Comecei a namorar com 22 anos, e mantenho esse namoro até hoje. E espero que por muito anos ainda.

Com quase 23 anos eu sai de São Paulo pela primeira vez. Fui para o Rio de Janeiro, na JMJ de 2013.

Quando estava com 24 anos, fui mudada de função na empresa, e é a mesma que estou hoje, e gosto muito do que eu faço.

Tirei minha CNH com 25 anos, demorei, suei para tirar, mas ela tá ai, lindona!!

Comecei a usar óculos com 26 anos, e realmente eu precisava demais, hoje não fico mais sem eles.

(Fotos do meu aniversário de 2016)


E com 27? Bem, não posso dizer ainda muita coisa porque tem um dia só que estou com essa idade... mas borá lá, que seja mais um ano repleto de bons momentos e principalmente aprendizados!! 

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Entre os 25 e os 30....

É, chegaram os 27. 

27 anos, 324 meses, quase 10 mil dias. Contando assim até assusta né.

Cheguei nos 27 e estou bem. Estou, juro. Logico que queria que muitas coisas estivessem diferentes, que muitas situações não tivessem ocorrido. Mas tudo foi para me fazer aprender, e ver a vida da forma como vejo hoje.

Não sou daquelas que quer festa todo ano e coisa e tal. Gosto de comemorar de formas simples. Um bolo em família, um almoço e pronto! Ter os que realmente gostam de mim por perto.

Como já disse aqui no começo do mês, sempre fico mais pensativa, introspectiva, ponderando as coisas. Vendo onde e como posso mudar. 

Se me perguntarem se hoje sou e estou feliz, direi que SIM! A gente aprende a ser feliz com pouco, aprende a aceitar antes de esbravejar. E segue assim, feliz.

Claro que algumas coisas já me assustam, como: quando casarei, quando terei meus filhos, se mudarei de carreira... ou se não acontecer tudo isso também. Mas estou aprendendo a deixar a vida seguir, como dizem hoje: segue o baile.

Deus sabe o que tem guardado para mim. Meu futuro virá como tiver de vir. Só peço que eu esteja preparada para encarar tudo da melhor forma possível.

E que venham os 28, 29.. e a mudança de década... E quem sabe eu ainda tenha esse meu cantinho aqui e possa rever esse texto no dia 16 de Outubro de 2020 e sorrir, lembrando exatamente de como me sentia hoje.



(Esse post foi programado para ir ao ar exatamente no horario do meu nascimento, lá em 1990, no hospital Amico, em Santo André),

domingo, 15 de outubro de 2017

Blogueira indica Filme: Filmes Vistos..

Já que ainda tem um tiquinho de feriado, porque não algumas indicações de filmes. Confesso que não vi muitos de uns tempos para cá. Estou mais focada em séries, e dificilmente pego um filme novo, acabo revendo algum ou coisa assim. Mas vamos lá, são indicações para ver hoje, depois do almoço, ou para ver ao longo da semana e nos próximos feriados que ainda teremos esse ano.

ANTES QUE EU VÁ:

Fui assistir a esse filme sabendo exatamente NADA sobre. Apenas a sinopse. E eu gostei muito. De verdade. É o tipo de filme que te faz ponderar as coisas, ver os pontos da vida, mudar de atitude. Samanta tem tudo que qualquer adolescente sonha: é bonita, tem amigas bonitas, um namorado gato, é popular. Porém leva uma vida um tanto fútil! E pensando que ah, que se dane, vou curtir, ela é surpreendida por um terrível acidente na noite dos dias dos namorados. E então começa a reviver esse dia exatamente, inúmeras vezes, até enfim, ver onde estava errando e por fim ou não a esse ciclo sem fim.



HOMEM ARANHA, DE VOLTA AO LAR:

Se não tivesse ao menos 1 filme nerd aqui, não seria eu não? kkkk Ver Homem Aranha nas telonas, fez meu coração bater muito forte. A historia é um misto de sensações: é leve e descontraída, para trazer a juventude do nosso herói, forte e séria, para mostrar a maturidade dele, e cheia de ação, para não te fazer piscar um segundo sequer!!!


BAILARINA:

E se não tivesse um desenho kkkk Vi esse trailer quando o Fê me passou um email com o link, e disse que tinha muito a ver comigo, por conta da dança. Vi esses dias, já tem no Netflix. E confesso que até esperava um pouco mais do filme. É um filme bom, ok. Nada muito empolgante. É uma historia bonita, bons traços, mas nada que me faria sair da sala do cinema comentando a historia, por exemplo. 



AMOR.COM:

Quando vi o trailer no cinema fiquei bem curiosa, mas com a correria do dia-a-dia acabei não assistindo. Vi dia desses com o Fê e gostei. Não é o meu filme brasileiro preferido nem nada. Mas é muito bom. Ao mesmo tempo que é um filme moderno, que está atualizado com o nosso dia a dia, mostra situações atemporais, que sempre gostamos de ver nas telinhas. O casal principal tem uma química muito boa, e a fotografia também está de parabéns.


sábado, 14 de outubro de 2017

Desde quando?

Desde quando maturidade é definida por idade? Já vi pessoas de 50 anos mais imaturas e com atitudes questionaveis do que jovens de 20 anos...

Desde quando gosto musical tem a ver com crença? Já vi muito funkeiro ter mais caráter e simpatia que muitos religiosos da vida..

Desde quando religião tem a ver com educação? Já vi muito pastor,padre, fiéis bem mal educados e muito ateu que deu show de educação.

Desde quando gênero define função? Porque mulher tem que lavar e passar e homem só beber cerveja e arrotar depois de chegar do trabalho... Tem mesmo? Em que ano estamos?

Desde quando cor define opção sexual? Me mostrem onde está escrito que menina só usa rosa e menino só usa azul. 

Desde quando tatuagem tem a ver com caráter? Conheço tatuados que dão de mil a zeros em quem se julga 'Ferrari' por não ter tatuagem e ser puro.

Desde quando carro é status? Sei de muitos que tem o carro do ano, e um monte de boletos vencidos na gaveta.

Desde quando a gente tem que namorar, casar, ter filhos no tempo X? Se fosse assim, todos viveríamos exatamente iguais, e a vida seria sem sal, sem açúcar.

Desde quando? Desde quando?